Mais uma vez veio o primeiro ministro de Portugal acenar com a teoria da conspiração que à semelhança dos três pastorinhos na cova da iria, so ele vê que o resto do povo já percebeu muito bem o que se passou com a aprovação apressada do maior outlet.
O que se dizia em Roma quando surgiam rumores sobre a conduta da mulher do Imperador: não basta à mulher de César ser séria, tem de parecê-lo!
Desde logo, como qualquer cidadão, o primeiro ministro goza da presunção de inocência, mas isso não lhe concede o direito de gozar connosco a torto e a direito. De uma vez por todas haja coragem de gritar a plenos pulmões que este caso é extremamente fácil de resolver, sobretudo quando se ouve o tio Júlio a admitir que tem de facto 4 milhões de euros em offshores.
Em boa verdade os investigadores podem satisfazer o desejo expresso pelo primeiro ministro de que o caso se resolva rapidamente: o tio Júlio que apresente os justificativos dos 4 milhões de euros que aplicou nos offshores e o caso fica arrumado!
Certamente que o tio Júlio enquanto empresário que é, não terá qualquer dificuldade em explicar às autoridades todas as circunstancias de tempo, modo e lugar em que conseguiu reunir aquela matia.
Se foram comissões de mediação imobiliária existirão os contratos que formalizaram os negócios do tio Júlio, não é verdade?
De uma coisa pode o primeiro ministro estar descansado, é que eu tenho a certeza que ele jamais depositaria 4 milhões de euros numa qualquer conta de que fosse/seja titular !
Já agora como tanto se fala em cooperação judiciária, quando a europoll é uma realidade, causa estranheza esta separação tão vincada das investigações no reino unido em Portugal, sendo certo que as cartas rogatórias são invariavelmente tratadas como papel higiénico pelas autoridades do país rogado ao seu cumprimento.
O primeiro ministro admitiu ter tido uma reunião, mas uma amnésia selectiva faz com que ele não se recorde se alguma vez o tio Júlio dos 4 milhoes de euros lhe tivesse falado sobre o freeport de Alcochete.
Relembro que o primo que escreveu o tal e-mail que a a policia britânica tem o seu processo nem sequer foi tratado como tal pelo primeiro ministro, o qual preferiu a ele como um familiar – e que grande família! Um enredo destes seria um best seller se tivesse chegado às mãos de Mario Puzo …
O que se dizia em Roma quando surgiam rumores sobre a conduta da mulher do Imperador: não basta à mulher de César ser séria, tem de parecê-lo!
Desde logo, como qualquer cidadão, o primeiro ministro goza da presunção de inocência, mas isso não lhe concede o direito de gozar connosco a torto e a direito. De uma vez por todas haja coragem de gritar a plenos pulmões que este caso é extremamente fácil de resolver, sobretudo quando se ouve o tio Júlio a admitir que tem de facto 4 milhões de euros em offshores.
Em boa verdade os investigadores podem satisfazer o desejo expresso pelo primeiro ministro de que o caso se resolva rapidamente: o tio Júlio que apresente os justificativos dos 4 milhões de euros que aplicou nos offshores e o caso fica arrumado!
Certamente que o tio Júlio enquanto empresário que é, não terá qualquer dificuldade em explicar às autoridades todas as circunstancias de tempo, modo e lugar em que conseguiu reunir aquela matia.
Se foram comissões de mediação imobiliária existirão os contratos que formalizaram os negócios do tio Júlio, não é verdade?
De uma coisa pode o primeiro ministro estar descansado, é que eu tenho a certeza que ele jamais depositaria 4 milhões de euros numa qualquer conta de que fosse/seja titular !
Já agora como tanto se fala em cooperação judiciária, quando a europoll é uma realidade, causa estranheza esta separação tão vincada das investigações no reino unido em Portugal, sendo certo que as cartas rogatórias são invariavelmente tratadas como papel higiénico pelas autoridades do país rogado ao seu cumprimento.
O primeiro ministro admitiu ter tido uma reunião, mas uma amnésia selectiva faz com que ele não se recorde se alguma vez o tio Júlio dos 4 milhoes de euros lhe tivesse falado sobre o freeport de Alcochete.
Relembro que o primo que escreveu o tal e-mail que a a policia britânica tem o seu processo nem sequer foi tratado como tal pelo primeiro ministro, o qual preferiu a ele como um familiar – e que grande família! Um enredo destes seria um best seller se tivesse chegado às mãos de Mario Puzo …
1 comentário:
É só mais uma conspiração !!!????
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