Desta vez J.H fez-se acompanhar pela mulher, conferindo à ocasião um certo clima de tensão. Como conversa de circunstância fui avisando para que que se preparassem para uma leitura do acordão imperceptível, em que as palavras seriam substituídas por uma lenga-lenga síncopada onde apenas se entenderia a parte final.
Após uma espera de quase uma hora lá se procedeu à tão ansiada leitura que decorreu precisamente como eu previra: só consegui entender que os factos da acusação não se tinham provado e que o arguido ia absolvido.
Quando saí da sala J.H e a mulher aguardavam de mãos dadas e, visivelmente satisfeitos. Antes de abandonar o tribunal, aceitei os seus cumprimentos de despedida e agradecimento, deixando-os entregues à sua felicidade.
1 comentário:
excelente!
aguardo pela proxima :D
abraço
Enviar um comentário