Nas festas de garagem todos os slows eram bem-vindos, o importante era abraçar e tocar o par, balançando o corpo numa cadência sensual ditada pelo desejo. Das muitas baladas que então passavamos esta era obrigatória. Cuidado, vejam onde põem os pés, porque a luz vermelha pouco deixa ver do interior desta festa. Fiquem com Changes, dos míticos Black Sabbath, do não menos mítico e maluco Ozzy Osbourne, que o meu querido amigo Jorge me lembrou um destes dias!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
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1 comentário:
Muito obrigado por não teres esquecido esses anos gloriosos, eles fazem parte daquilo que nós fomos e somos.
Foram anos de grande felicidade e,na altura,nem nos apercebíamos disso...
O teu amigo de sempre
Jorge
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