Os nossos ídolos também são mortais e não escapam a deixar-nos sem o brilho da sua presença. Para a eternidade fica-nos sempre o seu talento, a sua genialidade e muitas vezes o seu exemplo de vida. Está neste caso Paul Newman que além tudo o que fez no cinema (actor, realizador, produtor, guionista), também nos deu um belo exemplo de vida dedicada ao próximo, sobretudo aos mais necessitados.
Ele não foi apenas a grande estrela dos mais bonitos olhos azuis do cinema, foi igualmente o filantropo das grandes causas.
Quero recordá-lo num magnífico papel de um advogado decadente, alcoólico e quase vencido pela vida que recupera a sua dignidade perdida num caso com poucas probabilidades de exito. Vejam o excerto de o Veredicto, estreado em 1982 clicando num link abaixo, sff:
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