Há 45 anos Martin Luther King proferiu um sermão que hoje faz parte integrante da História da Humanidade, sobretudo os seus últimos 2min e 50 segundos.
Naquele dia de Agosto de 1963 em plena América Segregacionista uma voz ousou desafiar o Establishment e clamou que tinha um sonho. Pouco depois, no ano seguinte, outorgavam-lhe o Prémio Nobel da Paz.
Martin Luther King viveu apenas cerca de 4 anos e 8 meses após esse sermão, tempo este em que contribuiu decisivamente para que a face da América mudasse, acabando por ser assassinado precisamente no mesmo ano em que um segundo Kennedy, no caso Robert, também encontrou a morte quando tudo indicava que seria o próximo presidente americano.
Mataram o homem, mas não mataram o sonho, que entretanto foi sendo pouco a pouco assumido por um número crescente de Norte Americanos de todas as raças e credos e não apenas os negros a quem Martin Luther King se dirigia naquele dia de Verão de 1963.
40 anos passados sobre o desaparecimento do Dr. King eis que a América lhe dá finalmente razão e aceita com euforia que o ocupante da célebre sala oval da Casa Branca seja um negro.
Barack Obama tem em comum com Martin Luther King a eloquência e o carisma dos grandes líderes da Humanidade.
Como homenagem singela à memória do visionário que um dia sonhou a América que hoje existe deixo-vos os famosos 2 minutos e 50 com que Martin Luther King concluiu o seu empolgante sermão:
Naquele dia de Agosto de 1963 em plena América Segregacionista uma voz ousou desafiar o Establishment e clamou que tinha um sonho. Pouco depois, no ano seguinte, outorgavam-lhe o Prémio Nobel da Paz.
Martin Luther King viveu apenas cerca de 4 anos e 8 meses após esse sermão, tempo este em que contribuiu decisivamente para que a face da América mudasse, acabando por ser assassinado precisamente no mesmo ano em que um segundo Kennedy, no caso Robert, também encontrou a morte quando tudo indicava que seria o próximo presidente americano.
Mataram o homem, mas não mataram o sonho, que entretanto foi sendo pouco a pouco assumido por um número crescente de Norte Americanos de todas as raças e credos e não apenas os negros a quem Martin Luther King se dirigia naquele dia de Verão de 1963.
40 anos passados sobre o desaparecimento do Dr. King eis que a América lhe dá finalmente razão e aceita com euforia que o ocupante da célebre sala oval da Casa Branca seja um negro.
Barack Obama tem em comum com Martin Luther King a eloquência e o carisma dos grandes líderes da Humanidade.
Como homenagem singela à memória do visionário que um dia sonhou a América que hoje existe deixo-vos os famosos 2 minutos e 50 com que Martin Luther King concluiu o seu empolgante sermão:
Sem comentários:
Enviar um comentário