Em 1972 os Jethro Tull lançaram o albúm Living in the Past, no qual sobressaía a flauta mágica do genial Iane Anderson, como instrumento central do som da banda.
A preocupação com os poemas que musicavam/musicam é um traço característico destes rockers que procuraram sempre contar-nos belas histórias de temática invulgar.
O líder do projecto, o louco homem da flauta é de há muitos anos a esta parte o principal produtor de salmão do Reino Unido, mas a banda continua a dar concertos, porque o vício da música é algo de imprescindível para estes sexagenários.
Na altura andava eu no Liceu Gil Vicente e só dois maduros andavam com os discos dos Jethro Tull debaixo do braço, eu e o meu amigo (hoje meu primo) Jorge, porque este som ainda hoje não é vulgar!
Fiquem com Living in the Past e sejam felizes!
2 comentários:
que bela musica!
Carlos
Cá vais continuando na divulgação da música de qualidade, dos nossos tempos de meninos...
Os JETHRO TULL devem o seu nome a um agricultor que terá inventado a semeadeira...
Criaram um género musical que seria uma mistura de música clássica, celta, no fundo um rock alternativo/progressivo, à sua maneira, que nós tanto gostamos...
Tive a oportunidade de os ver ao vivo no Pavilhão Atlântico há já uns anitos.
Entre tantos álbuns editados, salientaria (e é uma escolha muito pessoal):
-Stand UP (1969)
-Aqualang (1971)
-Thick As A Brick (1972)
-A Passion Play (1973)
-Minstrel In The Gallery (1975)
-Songs From The Wood (1977)
A titulo informativo fica a sua formação actual:
-Ian Anderson (flauta, viola, voz)
-Martin Barre (guitarra)
-Doane Perry (bateria)
-Andrew Giddings (teclas)
-Joanathan Noyce (baixo)
Um grande abraço para ti, e continua...
JORGE
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