Não é possível continuar a virar a cara para o outro lado, como se nada de anormal se passasse. Mais do que lutar contra a apatia de transeunte, é preciso lutar pela nossa sobrevivência. Sem falsos dramatismos, estamos a chegar à recta final onde tudo se vai decidir: só os mais capazes chegarão ilesos à meta!
Durante tempo demais foram-se acumulando tibiezas e equívocos no tratamento das desigualdades sociais que em “politiquêz” passaram a ser designadas por assimetrias sociais. Uma certa Esquerda Caviar foi sempre dando o seu contributo para o “coro dos coitadinhos”, enquanto a Direita há muitos anos que não tem uma voz que se faça ouvir.
Perante isto o Centrão (PS + PSD) vai jogando o jogo das cadeiras e os problemas ficam por resolver, mas com crescente agravamento.
A título de ilustração, veja-se a desgraça que tem sido o rendimento mínimo, enquanto contributo para que os subsidiados se acomodem e não procurem melhorar as suas condições de vida.
Permitiu-se que surgissem nas áreas metropolitanas das grandes cidades verdadeiros ghettos controlados por estruturas de cariz mafioso, onde a polícia não entra e o crime é rei e senhor.
Jovens organizam-se em bandos que diariamente invadem os principais centros comerciais das grandes cidades, dedicando-se a toda a espécie de crimes contra as pessoas e contra o património com uma impunidade verdadeiramente assombrosa. Há pouco tempo tive conhecimento directo do caso de um rapaz de 17 anos que foi apanhado quatro vezes a conduzir carros que furtara com outros e cuja única consequência foi estar a ser alvo de um processo cautelar para eventual aplicação de uma medida educativa correctiva sem qualquer efeito prático perante a proximidade da sua maior idade!
O caso da morte do jovem Diogo no parque de estacionamento do Oeiras Parque revela ainda outra coisa pior, qual seja a teimosia e o atavismo de certas instituições e entidades que não aprendem com os erros do passado. Passando a concretizar, há alguns anos no mesmo local deu-se um assalto a um segurança que transportava um saco com dinheiro. A PJ foi muito peremptória a afirmar que dispunha do vídeo das câmaras de vídeo vigilância, conseguindo deter dois suspeitos que foram acusados e levados a julgamento. Na última sessão, como derradeira prova a produzir, lá se pôs a cassete para que o Colectivo de Juízes e os restantes sujeitos processuais pudessem ver os dois arguidos em acção e aquilo que se viu foi chuva e mais chuva, acabando os dois homens que a PJ apontara com tanta certeza como autores do roubo por serem absolvidos!...
Durante tempo demais foram-se acumulando tibiezas e equívocos no tratamento das desigualdades sociais que em “politiquêz” passaram a ser designadas por assimetrias sociais. Uma certa Esquerda Caviar foi sempre dando o seu contributo para o “coro dos coitadinhos”, enquanto a Direita há muitos anos que não tem uma voz que se faça ouvir.
Perante isto o Centrão (PS + PSD) vai jogando o jogo das cadeiras e os problemas ficam por resolver, mas com crescente agravamento.
A título de ilustração, veja-se a desgraça que tem sido o rendimento mínimo, enquanto contributo para que os subsidiados se acomodem e não procurem melhorar as suas condições de vida.
Permitiu-se que surgissem nas áreas metropolitanas das grandes cidades verdadeiros ghettos controlados por estruturas de cariz mafioso, onde a polícia não entra e o crime é rei e senhor.
Jovens organizam-se em bandos que diariamente invadem os principais centros comerciais das grandes cidades, dedicando-se a toda a espécie de crimes contra as pessoas e contra o património com uma impunidade verdadeiramente assombrosa. Há pouco tempo tive conhecimento directo do caso de um rapaz de 17 anos que foi apanhado quatro vezes a conduzir carros que furtara com outros e cuja única consequência foi estar a ser alvo de um processo cautelar para eventual aplicação de uma medida educativa correctiva sem qualquer efeito prático perante a proximidade da sua maior idade!
O caso da morte do jovem Diogo no parque de estacionamento do Oeiras Parque revela ainda outra coisa pior, qual seja a teimosia e o atavismo de certas instituições e entidades que não aprendem com os erros do passado. Passando a concretizar, há alguns anos no mesmo local deu-se um assalto a um segurança que transportava um saco com dinheiro. A PJ foi muito peremptória a afirmar que dispunha do vídeo das câmaras de vídeo vigilância, conseguindo deter dois suspeitos que foram acusados e levados a julgamento. Na última sessão, como derradeira prova a produzir, lá se pôs a cassete para que o Colectivo de Juízes e os restantes sujeitos processuais pudessem ver os dois arguidos em acção e aquilo que se viu foi chuva e mais chuva, acabando os dois homens que a PJ apontara com tanta certeza como autores do roubo por serem absolvidos!...
Pois é, temo que a história se repita e que não existam imagens do homícidio do malogrado Diogo, mas os senhores que gerem o Oeiras Parque afirmam com veemencia que o Centro não tem problemas de segurança - vê-se...temos de combater rapidamente a degradação social, a ociosidade, o insucesso escolar e tudo aquilo que vem transformando uma parte significativa da nossa juventude em bandos de delinquentes violentos que não atribuem qualquer valor à vida humana.
Já se sabe que não há soluções milagrosas, mas é preciso iniciar o tratamento da doença quanto antes, designadamente através da alteração legislativa das regras da liberdade condicional (impondo o cumprimento integral da pena de prisão aos condenados por crimes de sangue) e da aplicação sistemática de medidas de segurança de internamento fechado aos que forem considerados vadios, devendo incidir-se também nas medidas concretas de controle dos estrangeiros.
2 comentários:
infelizmente é a realidade da sociedade portuguesa.
Grande texto.
cumprimentos
adorei este texto, um dos melhores deste blog sem dúvida.
abraço
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